Angola,

Angola
Historia & Cultura

O maior cartão de visita de um país é a sua história, o seu legado único e a sua herança cultural.

A identidade de um povo está nas suas tradições e são movidos pelo desejo de ver coisas novas, de aumentar conhecimento, do contacto com as particularidades e hábitos das populações, das civilizações e culturas diferentes, que muitos turistas procuram por todo o mundo centros culturais, grandes museus, monumentos históricos, ou fenómenos naturais e geográficos que são propriedade de cada destino e únicos a nível mundial.

Não há dois povos iguais, dois monumentos, duas identidades que se repitam.

Dessa riqueza se faz a diferença e o desejo de descoberta. 

Luanda

Memorial Dr. António Agostinho Neto

Construído muito depois do falecimento do Dr. António Agostinho Neto, ocorrido a 10 de Setembro de 1979, na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, o Governo da República de Angola na década de 80, encomendou ao Instituto de Projectos da antiga URSS, o projecto para a construção de um Mausoléu para acolher os restos mortais do Presidente.

Museu Nacional da História Militar

Está instalado na Fortaleza de São Miguel, em Luanda, implantado em 1975, após a independência de Angola, o acervo do museu inclui aviões bimotores, carros de combate, armas diversas e artefactos utilizados durante a Guerra da Independência (1961-1974) e a Guerra Civil (1975-2002). No museu também se podem encontrar diversas estátuas que ornamentavam avenidas e praças da Luanda colonial e que foram retiradas após a independência, nomeadamente a de Diogo Cão, o primeiro europeu a pisar solo angolano, a de Paulo Dias de Novais, o fundador de cidade de São Paulo da Assunção de Luanda, a de Vasco da Gama, o descobridor do caminho marítimo para a Índia, a de Luís de Camões, o maior poeta da língua portuguesa, entre outros.

Fortaleza de São Pedro da Barra de Luanda

Em 1663, Afonso VI de Portugal (1656-1667) determinou o reforço da defesa da barra do porto de Luanda. Isso significa que, embora a Fortaleza de São Pedro da Barra date de 1703, uma primitiva estrutura já existia naquele local. Ao longo de sua história, a Fortaleza de São Pedro da Barra foi utilizada como entreposto de escravos em trânsito para o continente Americano. As ruínas do forte foram classificadas como Monumento Nacional pelo Decreto Provincial n° 1.057, de 9 de Setembro de 1932.

Museu Nacional da Escravatura

Museu Nacional da Escravatura um Monumento histórico-Cultural, localiza-se no Morro da Cruz. Património Cultural com objectivo de dar a conhecer a história da escravatura em Angola. Construída no Século XVII, onde os escravos eram Baptizados antes de embarcarem nos navios negreiros que os levava para o continente americano. O museu reúne e expõe centenas de peças utilizadas no tráfico de escravos.

Baía de Luanda

A baía, cujas águas são protegidas pela Ilha de Luanda, foi o lugar de fundação da cidade por Paulo Dias de Novais em 1575/6. Junto à baía foi erguida em tempos coloniais a Cidade Baixa, onde se instalou a maior parte da população, enquanto a Cidade Alta era administrativa e militar. Em frente à baía localizam-se vários monumentos de grande valor histórico, como o edifício do Banco de Angola e a Igreja de Nossa Senhora da Nazaré. A Baía de Luanda entrou para o clube das baías mais belas do mundo no congresso realizado em Taiwan ano de 2018.


Museu Nacional de Antropologia

Localiza-se na cidade de Luanda e fundado em 13 de Novembro de 1976. O Museu Nacional de Antropologia foi a primeira instituição museológica criada após a independência de Angola ocorrida um ano antes.


Palácio de Ferro

É um edifício histórico de Luanda, em Angola, que se crê ser da autoria de Gustave Eiffel. A Embaixada de França em Angola classificou o Palácio de Ferro como uma obra de autoria de Gustave Eiffel. O Palácio de Ferro é o melhor exemplar da arquitetura do ferro em Angola, uma corrente arquitetónica que remonta aos meados do século XIX e que ficou mundialmente eternizada pela Torre Eiffel, em Paris
Museu da Moeda: O Museu da Moeda é uma iniciativa lançada pelo Banco Nacional de Angola que conta a vida de Angola a partir das trocas comerciais desde os tempos dos nossos antepassados. O Museu é uma amostra da evolução da moeda angolana, antes e depois da Independência, assim como alguns símbolos utilizados antes da chegada dos colonos nas trocas comerciais.

Santuário de Nossa Senhora da Muxima

Igreja da Nossa Senhora da Muxima, recurso histórico/Cultural, Localizada na Muxima. A imagem de Nossa Senhora da Conceição da Muxima, mais conhecida como Nossa Senhora da Muxima, é a mais venerada e de maior devoção popular em Angola e em toda a África, recebendo, anualmente, mais de 1 milhão de peregrinos.

Igreja de São José de Calumbo

A Igreja de São José de Calumbo, está situada no município de Viana em Luanda, Angola.
A cerimónia de descerramento da placa identificativa realizou-se à margem de uma palestra subordinada ao tema “Luanda suas Gentes, Lugares de Memória e Cultura” proferida pelo jurista, escritor e jornalista José Moreno da Gama, no âmbito do programa central do governo provincial das celebrações do 435º aniversário da cidade de Luanda. José Moreno da Gama, ao proferir a palestra lembrou que em 1575 se estabeleceram vários presídios na margem direita do rio Kwanza, um dos quais o de “Calumbu”, que foi dependente da capitania geral de Luanda.

Sé Catedral de Luanda

Também conhecida como Igreja da Nossa Senhora dos Remédios, é a catedral da Arquidiocese de Luanda, localizada na antiga cidade baixa de Luanda, foi iniciativa dos comerciantes e moradores locais para competir com os edifícios religiosos da cidade alta. A obra teve o seu início em 1651 e terminou em 1679, ano em que foi inaugurada solenemente pelo bispo D. Manuel da Natividade. Em 1949 foi declarada Imóvel de Interesse Público, quando ainda era parte do Império Colonial Português.

Benguela

Barco Zaire

Monumento Histórico-cultural na Restinga do Lobito, actualmente adaptado a Biblioteca. Em 1961 transportou o Ex- Presidente da República Eng. José Eduardo dos Santos de Luanda para o Congo (Zaire), para se juntar aos que lutavam pela independência de Angola.

Museu Regional de Etnografia

Localizado no Lobito,  província de Benguela, é o retrato fiel da diversidade etno cultural dos povos de Angola e disso é prova o seu riquíssimo acervo museológico.

Museu Regional de Arqueologia

Localizado na cidade de Benguela, tem um acervo de cerca de 9.150 peças. O edifício onde funciona é uma obra do Século XVII / XVIII, local onde os escravos eram armazenados, até serem exportados para a América em navios negreiros. Ocupa um perímetro de 8.000 m2 e foi construído por blocos de pedra calcária. Depois do fim do tráfico de escravos o edifício passou a pertencer à Alfândega de Angola e é desde 1976 o Museu Nacional de Arqueologia.

Forte de S. Pedro da Catumbela

Construção militar antiga e localizada na Catumbela. A primeira pedra para a sua construção, foi colocada a 5 de Outubro de 1846. Foi classificado como Monumento Público a 17 de Junho de 1954.

Locomotivas Antigas dos Caminhos de Ferro de Benguela

Propriedade do Caminho de Ferro de Benguela, é uma linha ferroviária que liga o porto do Lobito, na costa atlântica, à povoação fronteiriça de Luau, na parte oriental do país. Em 1899, o governo português iniciou a construção da ferrovia para dar acesso ao interior e às riquezas minerais do Congo Belga. A linha revelou-se um sucesso, muito rentável para as potências coloniais e o caminho mais curto para transportar o minério do Sul do Congo para a Europa.

Busto Manuel Cerveira Pereira

Manuel Cerveira Pereira, Administrador colonial português, foi Capitão-General do Reino de Angola, por duas vezes, a primeira entre 1603 e 1606. Junto ao Palácio do Governo Distrital, ergue-se em homenagem o seu busto, enquadrado num volume vertical de perfil triangular. A obra, anterior a 1960, segue a linha dos monumentos celebrativos do Estado Novo português, criados em pedra, com elementos formais de proporções verticais.

Forte de São Sebastião do Egipto

Também referido como Forte Egipto, localiza-se no alto de um morro na localidade de Egito-Praia, no litoral do município de Lobito, na província de Benguela.

Igreja Nossa Senhora do Pópulo

Datada do século XVII é possivelmente a primeira construção de pedra e cal da cidade, e único do género em toda a África Austral. Consta que nela se faziam os enterros dos Europeus até 1838, altura em que foi inaugurado o cemitério da cidade.

Igreja Sé Catedral de Benguela

Obra resultante de uma promessa feita em 1947, quando a imagem de Nossa Senhora de Fátima peregrinou pelas ruas sombreadas de acácias rubras, é hoje símbolo arquitectónico de Benguela e importante centro religioso.

Igreja da Arrábida

Da autoria do arquitecto Vasco Regaleira, representa o tema da Arquitetura Tradicional Portuguesa, na variante, “igreja de aldeia”, caracterizada pelos beirais, arcaria térrea de arcos de volta perfeita e remate por um coruchéu piramidal telhado.

Namibe

Presídio de São Nicolau

Erguido em pleno deserto do Namibe, a quase 150 kms de Moçâmedes, carrega uma história marcada por mitos, atrocidades e terror. Criado na época colonial, com a finalidade de isolar presos políticos, a antiga cadeia já foi apontada como um palco de tortura, em que só resistiam heróis.

Fortaleza de São Fernando

Um dos monumentos que impressiona quem entra na baía de Moçâmedes, a fortaleza foi erguida sobre o morro São Fernando pelos portugueses no século XIX (1838 – 1844) e era ponto de vigia de possíveis ataques externos.

Pinturas Rupestres de Tchipopilo

Localizadas no município de Kamucuio, com dois recintos que apresentam características históricas cravadas sobre superfície rochosas ao ar livre, simbolizam e testemunham a presença de homens que marcaram a nossa história na região.

Pinturas Rupestres do Tchitundo-Hulo

O complexo rupestre de Tchitundo-Hulu é um morro granítico situado no município de Virei, 137 km a leste da cidade de Moçâmedes, na província de Namibe. O local é conhecido pelas pinturas rupestres do "Morro Sagrado dos Mucuísses". É um dos mais belos conjuntos rupestres da Pré-História existentes em Angola, onde abundam representações de animais e desenhos esquematizados. A estação arqueológica do Tchitundo-Hulu está ser preparada para a inscrição como Património da Humanidade da UNESCO, por ser um dos tesouros culturais mais valiosos de Angola, pela qualidade das suas gravuras que remontam mais de quatro mil anos.

Zaire

Museu dos Reis do Kongo

Museu dos Reis, inaugurado em 1992, conta com cerca de 114 peças que retratam os hábitos e costumes dos povos do antigo Reino do Kongo, assim como bens de uso pessoal dos seus soberanos.

Cemitério dos Reis do Kongo

Neste local encerra-se uma parte fundamental do legado histórico do país, os seus fundadores, Reis do antigo Reino do Kongo e que aqui descansam para a eternidade. É local de repouso dos monarcas que faleciam durante o seu reinado.

Ponta do Padrão

A 23 de Abril 1482, chegava a expedição naval portuguesa, comandada pelo então navegador português, Diogo Cão, à foz do rio Kongo ou Zaire e entrava em contacto com a população local e com os representantes do então rei do Kongo (Nzinga Nkuvu). Pouco amistosa, ambiciosa e imperial, implantaria um marco fronteiriço, denominado «Ponta do Padrão de São Jorge».

Pedra do Feitiço

O Tenente Hawkey descobriu um artefacto em pedra de grande importância arqueológica que veio a ser designado Pedra do Feitiço. Segundo registo arqueológico, é de origem Bantu e provavelmente data dos finais do século XVII ou do século XVIII.

Ruínas da Catedral de São Salvador do Congo - Kulumbimbi

Também chamada de Kulumbimbi, situa-se em M'Banza Kongo e é a primeira igreja construída na África sub- saariana, edificada pelos jesuítas entre Maio e Julho de 1491 e elevada a catedral em 1596. Localizada na Província do Zaire, foi a capital do antigo reino do Congo e designou-se São Salvador do Congo até 1975. Em 2017, o centro histórico de Mbanza Kongo foi declarado Património da Humanidade pela UNESCO.

Túmulo da Dona Mpolo

Mãe do Rei Dom Afonso I, Dona Mpolo foi sacrificada de forma bárbara, tendo sido enterrada viva, como pena por desobediência às leis da corte.

Malanje

Igreja Sé Catedral de Malanje

Uma igreja construída na cidade de Malanje no século XIX, durante o regime colonial português, foi elevada à classificação de património histórico- cultural do país.

Missão Evangélica do Quéssua

A Missão Evangélica do Quéssua, da Igreja Metodista Unida, situada a 12 quilómetros da cidade de Malanje, ascendeu à categoria de monumento histórico-cultural, com reconhecimento da Unesco.

Huíla

Cemitério dos Bóeres

Entre colonos portugueses e bóeres, que estavam subordinados à governação portuguesa, ergueram-se infra-estruturas para fins diversos. No local, estão 31 campas de indivíduos vítimas de doenças diversas e inadaptação ao clima. A primeira data de 1884. O cemitério Boer é um local de interesse histórico, único em todo o país.

Capelinha da Nossa Senhora do Monte

Situada no topo da cordilheira da Chela, a Capela é um santuário de peregrinação religiosa que se reveste de grande simbolismo.

Cristo Rei

Monumento de arquitectura religiosa, datado de 1957, ergue-se a uma altitude de 2.130m, na cordilheira da Chela, frente à cidade do Lubango e tem 28m de altura. O local permite ao visitante uma vista privilegiada sobre a cidade, funcionando como um miradouro 360º da também conhecida como a cidade do Cristo-Rei.

Cuando Cubango

Memorial à Victória da Batalha do Cuito Cuanavale

Monumento erguido em memória a bravura dos heróis da batalha de 1988, foi o maior confronto militar da Guerra Civil Angolana, ocorrido entre 15 de Novembro de 1987 e 23 de Março de 1988. Foi a batalha mais prolongada que teve lugar no continente africano desde a Segunda Guerra Mundial.

O município do Cuito Cuanavale está ser preparado para a inscrição como Património da Humanidade da UNESCO, por ter sido palco de uma das maiores batalhas da história contemporânea, pelo carácter histórico e simbolismo para Angola, a África Austral e para o mundo.

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